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Falta de segurança em Santa Tereza

 Falta de segurança em Santa Tereza leva moradores e ACBST ao CONSEP e à PM

“Falta de segurança em Santa Tereza nos deixa preocupados e sem ação, porque os ladrões não têm mais hora para assaltar”. O desabafo é da moradora do bairro, Ludmila Pires, que já enfrentou a estressante situação de uma arma encostada em seu corpo, no final do ano passado, na Rua Paraisópolis com Bom Despacho, às 13h. O assaltante a pé, passou por ela, mostrou o revolver debaixo da camisa e gritando perdeu, perdeu, levou sua bolsa e, mais à frente, subiu em uma moto.  Ludmila conta que procurou o 16º Batalhão e fez o Boletim de Ocorrência, andou pelo bairro com a polícia, mas os marginais desapareceram.

Fora isso, ela comenta o caso presenciado, recentemente, por sua mãe,  na Rua Alvinópolis, em que o ladrão atacou uma adolescente sua vizinha, jogando-a no chão e, fugindo em uma moto, levou seu celular.

Mais um relato de violência é de, Juliana Fontes, sobre seu parente, Paulo Florindo de Carvalho, 56 anos, ex-morador do bairro, mas que sempre estava por aqui. Segundo ela, ele foi encontrado caído, no mês de fevereiro, na Rua Bom Despacho, esquina com Alvinópolis, às 20h.  O laudo do Instituto Médico Legal deu como causa de sua morte, traumatismo craniano. Entretanto, a família achou a situação estranha, principalmente, por ele estar sem o celular. Pediram a gravação de câmaras das residências próximas e foi constatado que Paulo foi agredido e jogado ao chão, por dois jovens, que fugiram de moto, levando-lhe o celular.

Com a palavra o comandante do 16º Batalhão da PMMG

Comandante do 16º Batalhão, Ten. Cel. Cláudio Vitor

Comandante do 16º Batalhão, Ten. Cel. Cláudio Vitor

O tenente coronel, Cláudio Vitor, assumiu o comando do 16º Batalhão da PMMG, há um mês e está tomando pé da situação. Segundo, ele os relatos de assaltos e roubos é um problema constante, em todos os bairros atendidos pelo Batalhão, não sendo apenas em Santa Tereza. Para diminuir as ocorrências, o comandante informou que está sendo feito o mapeamento dos crimes e dos locais onde eles mais ocorrem, para desenvolver operações especiais para coibir os furtos e assaltos.  Ele explica que “baseados no mapeamento, elaboramos a operação mais adequada para atender as demandas da comunidade, que, nos próximos dias, já vai começar a perceber as ações da polícia.”.

O comandante ressaltou a importância das vitimas fazerem o Boletim de Ocorrência, o BO. “A gente sabe que muitas pessoas, por questões de tempo ou acreditar que o BO não vale nada, não registra a ocorrência. Mas o BO é importante para a polícia para fins de planejamento de ação e também para o cidadão. Se ele não é feito, a PM não tem como saber do crime e achamos que aquele local está tranquilo e vamos preparar ações, onde a demanda da comunidade é apresentada por meio do BO. Aí acontece outro problema, que é a migração do crime da região que está sendo monitorada para outra.”

Uma forma a mais da população colaborar com a segurança do bairro, segundo ele, “é nos procurar e falar sobre o que está ocorrendo na sua rua e em outras. Aqui, no 16º, a pessoa pode procurar por mim, pelo subcomandante ou pelo tenente Glória, do setor de comunicação.”.

Portanto, se você foi vitima de furto, por menor que seja, ou assalto, não deixe de fazer o Boletim de Ocorrência, que pode ser registrado, no caso de furto, pela internet, e se com violência, pessoalmente, nos seguintes locais, próximos a Santa Tereza:

  •  No 16º Batalhão, à Rua Tenente Vitorino, 71.
  • No posto da Polícia Militar à Avenida Silviano Brandão ao lado do Hospital São Camilo.
  • Via internet (apenas furto e problemas de trânsito) pelo site da Delegacia Virtual
  • Se não estiver em Santa Tereza, ligue para o 190, que será indicado o local mais próximo de onde você está.

Delegacia virtual

Basta entrar no site da Delegacia Virtual e preencher os formulários que serão apresentados, na tela. Após a inclusão dos dados ao sistema, a ocorrência passará por uma triagem. Em até 15 minutos, será emitida uma mensagem que informará o número do Registro de Evento de Defesa Social (REDS), bem como a forma de acessá-lo no site do Sistema Integrado de Defesa Social (SIDS) e imprimi-lo.

Podem ser feitos pela Delegacia Virtual o registro de acidentes de trânsito sem vítima,  furto, perda de documentos, Celular, placa de veículos, veículo em desaparecimento e pessoas desaparecidas.

Carros abandonados e o metrô

Reunião do Consep 20: atrás- pres. da Associação dos Moradores da Floresta, João Bosco, pres. da ACBST, moradora de ST, Édila Pires, Geraldo Costa, pres. do Consep 20 e Sargento Correa.

Reunião do Consep 20: atrás- pres. da Associação dos Moradores da Floresta, João Bosco, pres. da ACBST, moradora de ST, Édila Pires, Geraldo Costa, pres. do Consep 20 e Sargento Correa.

A reunião do Consep 20, realizada ontem, contou com a participação de moradores, do presidente da Associação Comunitária de Santa Tereza (ACBST), João Bosco Queirós, dos representantes do Conselho, Geraldo Costa e Marcus Tamiette e, pela Polícia Militar, do Subcomandante da 20ª Cia (com sede à Rua Norita, em frente à Praça Ten. José Persilva), tenente Francisco e do Sargento Correia.

A moradora do bairro Ludmila Pires relatou a insegurança vivida pelos moradores da Rua Alvinópolis, solicitando uma ação mais efetiva da PM naquela área. No que foi corroborada pelo presidente da ACBST, João Bosco, que levou à reunião outras demandas dos moradores, especialmente relacionadas com a saída do metrô, onde à noite, vários pais se encontram para receber os filhos e dar-lhes segurança para ir para casa.

 Outra questão abordada são os veículos, inclusive um caminhão de transportar animais, abandonados há mais de ano pelos proprietários, em frente ao muro do 16º Batalhão, à Rua Tenente Durval.

 Tem um Passat com placa de Curvelo, uma Belina com placa de Ribeirão das Neves, o caminhão com placa de Belo Horizonte, um fusquinha vermelho, uma kombi. Todos eles estão servindo de depósito de lixo e de banheiro público. Além disso, é lugar ideal para a proliferação do mosquito da dengue e de esconderijo para marginais.

Entretanto, o subcomandante da 20ª Cia, ten. Francisco ressaltou que a retirada dos veículos não é da alçada da PMMMG e sim da Regional Leste e da BHTRANS, pois eles, apesar de abandonados, não estão estacionados em local proibido.

O presidente da ACBST, João Bosco, e o presidente do CONSEP 20, Geraldo Costa, vão procurar a Regional Leste e a BHTRANS, que têm competência para acabar com o cemitério de automóveis, em que se transformou a Rua Tenente Durval, para rebocá-los e deixar livre a via.

Cemitério de automóveis da Tenente de Freitas

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carro abandonado caminhão carroceriabxcarro abandonado fusca e komb bx

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